CARLOS CORRÊA / INTERINO
O que era para ser, pelo menos nos planos dos Estados Unidos e Israel, um ataque centralizado no Irã, tornou em poucos dias o Oriente Médio, como um todo, um lugar de incertezas. Em um mundo onde tudo está interligado, torcedores questionam se a insegurança na região não pode, tal qual foi na Guerra da Ucrânia, facilitar a contratação de jogadores que atuam em países como Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita, e que querem fugir dos ataques.
Poder, tudo pode. Mas não por enquanto. Não enquanto a Fifa não entrar em campo. Naquela ocasião, a entidade anunciou uma medida que liberava os atletas, provisoriamente, de seus contratos com os clubes. Não há nada neste sentido no momento. De qualquer forma, vale lembrar que a Fifa já acertou uma Copa do Mundo na Arábia Saudita para 2034. Improvável, portanto, contrariar os clubes de lá.
O Inter foi um dos clubes que melhor soube tirar proveito da medida feita pela Fifa em 2022 em função da Guerra da Ucrânia. Em pouco tempo, o clube conseguiu repatriar nomes que logo se tornaram titulares, como os meias Alan Patrick e Carlos De Pena, o atacante Wanderson, e o zagueiro Vitão.
Fonte: CP
