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A solução do Grêmio pode estar na Arena

O Grêmio investiu mais de R$ 100 milhões para reforçar um time que já tinha, entre outros, Arthur e Carlos Vinícius.
Repatriou Tetê e bancou Nardoni, a contratação mais cara da história, oito milhões de euros.
Mandou vir um treinador com currículo, o português Luís Castro, pagando salário altíssimo.
Vamos entrar no quinto mês do ano, o time já jogou 25 vezes entre regional, Brasileiro e Sul-Americana, e não decola.
No Brasileiro namora com a zona de rebaixamento.
Treinadores ajustam e desajustam um time.
Luís Castro insiste com o mais do mesmo.
Abraçado a um esquema de jogo que fracassou está “prestigiado”.
Algumas mudanças não necessitam nem de contratações, de reforços: as peças podem estar no próprio clube.
Há exemplos disto no próprio Grêmio.
CRISTÓVÃO
Cristóvão estava mal no Grêmio, isto em 1988.
O saudoso amigo e competente treinador Otacílio Gonçalves da Silva Júnior recuou o jogador. Deu tão certo que Cristóvão foi convocado para a Copa América de 1989 e estava no grupo de jogadores campeões. Apenas oito atuavam na Europa.
TITE
Dia 18 de abril de 2001. O Grêmio perdeu para o Santa Cruz em Recife por 1 a 0 pela Copa do Brasil. O treinador era Tite. Especulava-se que poderia ser demitido se o time fosse eliminado na partida de volta, em Porto Alegre. No dia 26 a equipe aplicou 3 a 1, passou de fase, e Tite permaneceu.
Em 2001 o Grêmio conquistaria o tetracampeonato da Copa do Brasil. Se minha memória não me trair, Tite fez uma pequena correção do time, transformando Ânderson Polga numa espécie de libero, dando proteção aos zagueiros Marinho e Mauro Galvão. Ali a carreira de Tite decolou.
RENATO
Em setembro de 2016 o Grêmio contratou Renato. Neste momento o volante Ramiro passou a ser quase um ponteiro-direito, ajudando no meio. Ramiro havia sido testado por Roger na ponta. Com pequenos ajustes o Grêmio sagrou-se campeão da Copa do Brasil. Em 2017 seria tri da Libertadores.

Fonte: CP

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