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Bloco 1: Seis pontos para entender as críticas contra a concessão das rodovia

Anunciando no final de outubro, o processo de concessão do chamado bloco 1 de rodovias já está em curso e tem gerado críticas e mobilizações em várias frentes, de prefeitos à deputados. Na última terça-feira, o governo do Estado realizou as duas primeiras audiências públicas para tratar do assunto e o resultado deixou em evidência as críticas das comunidades. Os dois próximos encontros acontecem terça-feira da semana que vem, 25, em Gravataí e Novo Hamburgo – respectivamente.

Outro sinal dessa insatisfação foi a manifestação, organizada pelos prefeitos do Vale do Paranhana, na última quinta-feira. Eles criticam, principalmente, o valor previsto na tarifa, de R$ 0,21 por quilômetro, e o número de pórticos de pedágio. O protesto pedia a suspensão do processo de concessão.

Mas eles não são os únicos. A Granpal (Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre) também questiona o valor do km e, por isso, encomendou uma assessoria técnica para analisar a proposta e, assim, “conseguir realizar um debate mais técnico em cima do assunto”, explicou o presidente da Associação, André Brito (PDT), prefeito de Taquari. O estudo ainda não tem data para ser concluído, mas a Granpal irá realizar na próxima sexta-feira, 28, uma assembleia geral onde o tema será debatido.

O governo do Estado justifica o repasse à iniciativa privada como uma forma de garantir que os investimentos sejam feitos ao longo dos 454 quilômetros de extensão que formam o bloco. Em nota, a Secretaria de Reconstrução, responsável pela concessão, afirmou que respeita as posições contrárias, mas salienta que o repasse irá proporcionar “mais fluidez, mais desenvolvimento econômico e menos acidentes para todos as regiões do bloco 1”.

A seguir, alguns dos pontos questionados no projeto:

Fonte: CP

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