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Brasil encerra a Paralimpíada de Tóquio com 72 medalhas e iguala recorde

A medalha de prata de Alex da Silva na maratona T46, na noite deste sábado (04) no Brasil, manhã de domingo (05) no Japão, foi a 72ª e última conquista do País na Paralimpíada de Tóquio. É o recorde em uma só edição dos Jogos, igualando o número da última edição, no Rio 2016.

Foram 22 medalhas de ouro, 20 de prata e 30 de bronze. O Brasil quebrou o recorde de medalhas douradas, que era de 21 em Londres 2012.

A primeira medalha de ouro do Brasil foi conquistada nos 100m borboleta da classe S14, para deficientes intelectuais. Ele nadou a distância em 54s76, novo recorde paralímpico. Gabriel conquistaria ainda duas pratas e um bronze nos Jogos.

O primeiro ouro do atletismo brasileiro em Tóquio chegou com uma arrancada incrível nos 5.000m da classe T11, para deficientes visuais. Uma ultrapassagem sobre o japonês Kenya Karasawa quase em cima da linha garantiu a Yeltsin e ao atleta-guia Carlos Antônio dos Santos o título com o tempo de 15min13s62.

Depois de viver a emoção de ser porta-bandeira, Petrucio celebrou o bicampeonato dos 100m da classe T47, para atletas com amputação nos membros superiores. Ele cobriu a distância em 10s53 e se manteve como o velocista paralímpico mais rápido do mundo em prova que contou ainda com bronze do compatriota Washington Junior.

fonte: O Sul

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