As eleições do próximo domingo terão, entre suas finalidades, renovar um terço das cadeiras que formam o Senado Federal. Diferentemente do pleito de 2018, o eleitor não vota mais em dois, mas em apenas um candidato ou candidata. Com três dígitos, este é o terceiro voto a ser feito na urna eletrônica, depois de deputado federal e deputado estadual, e antecedendo a escolha para governador e presidente da República.
Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foram recebidos 243 pedidos de registro de candidaturas em todo o Brasil. Como cada unidade da federação elegerá um senador, serão eleitos 27 novos integrantes. No caso do Rio Grande do Sul, existem nove candidaturas aptas na disputa pela sucessão de Lasier Martins (Podemos), que decidiu não concorrer à reeleição. Além de legislarem por oito anos, estes parlamentares têm o diferencial de serem eleitos com dois suplentes. Este ano, há, ainda, quatro candidaturas chamadas coletivas, que propõem a tomada de decisão de forma compartilhada com os suplentes.rentemente de presidentes, governadores e deputados, ou até mesmo de prefeitos e vereadores, os senadores são os únicos representantes políticos que são eleitos para mandatos de oito anos. Mesmo assim, os processos eleitorais ocorrem normalmente a cada quatro anos, porque as cadeiras são renovadas de forma alternada: dois terços num pleito e um terço no seguinte, como é o caso do processo de 2022.
