Em retaliação ao fato do Grêmio não estar pagando as prestações, pois vem compensado com créditos que tem que receber, a gestora da Arena cortou todo acesso que não esteja previsto em contrato.
Assim não haverá lugar, por exemplo, para todos funcionários que trabalham nos camarotes em dias de jogos. O Grêmio não terá como acomodar todo estafe da comissão de futebol nem os analistas de desempenho. Eles ficarão na tribuna presidencial pois, segundo informação, “eles são obrigados a ceder este espaço”.
A gestora, a Arena Porto-Alegrense, braço da OAS, hoje Metha, teria tentado frustrar a tentativa do clube em compensar o crédito em cinco ações. Perdeu todas.
O Grêmio vem compensando uma dívida de R$ 130 milhões deixando de pagar R$ 2 milhões por mês pela migração de sócios desde dezembro de 2024. O dinheiro do Grêmio é corrigido pela SELIC mais 1% ao mês.
Hiltor Mombach – CP
