Ícone do site Tapejara Agora

Inter precisa arrecadar R$ 135 milhões com venda de jogadores em 2024. Vitão e Maurício puxam a fila

Para cumprir o orçamento, o Inter precisa arrecadar R$ 135 milhões com a negociação de jogadores em 2024 e, até agora, pouco avançou nessa direção. Nenhuma venda expressiva foi realizada, apesar de algumas propostas já terem sido feitas ao clube por pelo menos dois jogadores: Maurício e Vitão. A tendência é que pelo menos um deles seja negociado nas próximas semanas.

Maurício é alvo da cobiça de clubes brasileiros e europeus há pelo menos um ano. O Inter já rejeitou ofertas do Palmeiras e do RB Bragantino. Em tese, os dirigentes tentarão obter pelo menos 8 milhões de euros pelos 50% dos direitos do jogador que pertencem ao clube e, além disso, tentarão concluir a transferência no final do ano, mesmo que a negociação ocorra agora na janela de julho.

A novidade é o grande interesse que surgiu no primeiro semestre por Vitão. O zagueiro, que completou 24 anos em março, tem um pré-contrato assinado com o Inter desde o início do ano, embora nenhuma das partes reconheça o acordo por medo de uma ação do Shakhtar Donetsk, que está perdendo o jogador em julho, quando acaba o seu contrato. Por este acordo, o Inter fica com 80% dos direitos federativos do zagueiro e garantiria o seu vínculo por cinco anos. Em troca, pagou uma quantia em luvas ao próprio Vitão.

O primeiro interessado no zagueiro foi o Real Betis, da Espanha. Depois, veio o West Ham, da Inglaterra, que teria apresentado uma oferta de 8 milhões de euros nas últimas semanas. Por enquanto, o Inter resistiu. Porém, se o valor aumentar, ele será negociado, apesar do pequeno números de zagueiros à disposição de Eduardo Coudet no atual grupo de jogadores.

“Não é segredo para ninguém o quanto eu amo esse clube, o quanto respeito todos que estão aqui e o quanto tenho vontade de permanecer. Sempre falo que se chegar a hora de sair, quero sair pela porta da frente”, afirmou Vitão, sem admitir o pré-contrato, após a partida contra o Belgrano, há duas semanas.

Fonte: CP

Sair da versão mobile