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María Corina Machado afirma que Venezuela aplica “justiça seletiva” com anistia

A líder da oposição e ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, María Corina Machado, afirmou neste sábado (14) que a Venezuela pratica “justiça seletiva” após seu advogado, detido depois da controversa reeleição de Nicolás Maduro, ter tido seu pedido de anistia negado.

lei de anistia foi promovida pela presidente interina, Delcy Rodríguez, sob pressão de Washington após a captura de Maduro em uma operação militar em 3 de janeiro. A lei exige que os potenciais beneficiários solicitem anistia perante os mesmos tribunais que os condenaram.

Perkins Rocha, assessor jurídico de Machado, foi preso em agosto de 2024 em meio a uma onda de prisões após a segunda reeleição de Maduro para um terceiro mandato consecutivo, que a oposição denunciou como fraudulenta.

Rocha, de 63 anos, foi colocado em prisão domiciliar em 8 de fevereiro. Ele usa uma tornozeleira eletrônica, está sob vigilância policial 24 horas por dia e deve se reportar a cada três horas.

A justiça venezuelana negou seu pedido de anistia. “Negar anistia seletivamente é repressão. O regime liderado por Delcy Rodríguez pretende prolongar o terror para quebrar a moral daqueles que lutam pela democracia e pela liberdade na Venezuela, que agora estão tão perto”, escreveu Machado na rede X.

Fonte: CP

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