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Relatório aponta deficiências dos municípios em relação ao meio ambiente

No Rio Grande do Sul, 95% dos municípios não aplicam os recursos de compensação ambiental em Unidades de Conservação e 94% não realizam o monitoramento de indicadores ambientais e avaliação de série histórica. Além disso, 91% não promovem articulação institucional técnica, científica e financeira com os demais entes federados para a concretização dos objetivos da PMMA (Programa Municipal de Meio Ambiente).

Esse são alguns resultados do Diagnóstico das estruturas municipais de Meio Ambiente e Saneamento Básico, desenvolvido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) e que será divulgado hoje. Ao todo, das 497 cidades, 481 responderam os questionamentos. O relatório na íntegra está disponível aqui.

“O TCE-RS, por meio da sua Direção de Controle e Fiscalização, espera contribuir para o planejamento, formulação e controle das políticas públicas voltadas ao meio ambiente, tanto pelos gestores municipais, quanto pela sociedade, qualificando e ampliando a participação social”, conclui o relatório.

O relatório surgiu uma vez que as auditorias passarão a levar em conta as condições relacionadasao meio ambiente e saneamento básico. O relatório analisou questões relativas às estruturas de controle e fiscalização ambiental dos municípios gaúchos; e a temática Saneamento Básico.

Por exemplo, aproximadamente 41% dos municípios (203) responderam possuir, no planejamento do uso e ocupação do solo, a definição do zoneamento ambiental. O zoneamento ambiental se impõe com o adensamento do município, em razão do necessário ordenamento urbano e da estruturação do corpo técnico do município.

Algumas constatações do relatório

fonte: Correio do Povo

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