Exatamente como preconizaram Roger Machado e os dirigentes na reunião que ocorreu no vestiário após a derrota para o São Paulo, no domingo passado, Ronaldo assumiu a sua parcela, que é bastante robusta, de responsabilidade na queda do Inter da Copa do Brasil. Mesmo após falhar no gol do Fluminense, ele foi um dos raros jogadores colorados a passar pela zona mista do Maracanã, na noite de quarta-feira.
“Minha responsabilidade é total. Eu não queria errar, mas errei. Agora, tenho que trabalhar ainda mais para isso não se repetir. Vou dar a volta por cima. Vou trabalhar, fazer o meu máximo, porque o futebol é assim mesmo. Ele nos apresenta as oportunidades para melhorar e crescer. Temos mais competições pela frente e vamos seguir adiante”, disse.
Ronaldo é um dos oito jogadores contratados pelo Inter na primeira janela do ano, entre janeiro e março. O lateral Ramon, o zagueiro Kaíque Rocha e o volante Diego Rosa chegaram no mesmo período, mas já se despediram. Os demais são Juninho, Vitinho, Carbonero e Óscar Romero — que sequer esteve no Rio de Janeiro.
“Já passei por outros momentos difíceis na minha carreira. Eu não vou me abater, não vou me abalar. Eu sei do meu potencial. Eu não cheguei onde eu cheguei por acaso”, continua Ronaldo.
O Inter tem até 2 de setembro para reforçar o grupo, mas os dirigentes esbarram na falta de recursos para investimentos mais volumosos. Depois dos oito do início do ano, chegaram Alan Rodríguez, Alan Benítez e Richard.
Fonte: CP
