Crise do Inter se agrava e pressiona Roger antes de decisão na Libertadores
Os problemas do Inter começaram na derrota em casa diante do Palmeiras, por 1 a 0, no dia 16 de abril. Desde aquele jogo, os colorados sofreram 16 gols em sete partidas, acumulando apenas duas vitórias (contra Maracanã e Juventude), dois empates (Grêmio e Nacional) e três derrotas (Corinthians, Atlético Nacional e Botafogo).
O auge da crise, até aqui, foi a goleada diante dos cariocas, na noite deste domingo, por 4 a 0 no Rio de Janeiro. Para o técnico Roger Machado, o calendário apertado e uma maior atenção por parte dos adversários aumentaram o nível de exigência. Porém, ele garante que não tem dificuldades de buscar uma recuperação.
“Não penso que o meu modelo (do time) ruiu. O nível de dificuldade subiu e temos que enfrentar muitas competições ao mesmo tempo, nos obrigando a rodar o time. Isso gera uma instabilidade. Penso que os adversários também passaram a nos estudar mais e a gente teve que buscar alternativas”, observou Roger Machado, em sua entrevista, ainda no Rio de Janeiro.
Agora, o Inter tenta desviar suas atenções momentaneamente do Brasileirão, onde já se aproxima dos últimos colocados, para jogar em Montevidéu diante do Nacional. Para seguir sonhando com uma vaga na próxima fase da Libertadores, precisará conquistar ao menos um empate no Estádio Parque Central.
“A opção por preservar alguns jogadores importantes para quinta-feira foi acertada. O principal objetivo, neste momento, é a Libertadores. O que a gente não queria era contaminar essa decisão que teremos contra o Nacional com esse resultado ruim (derrota para o Botafogo)”, disse Roger Machado.
Fonte: CP