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Weverton destaca mudança para o Grêmio como chave para Copa do Mundo

convocação de Wevertondo Grêmio, foi um das surpresas da lista dos 26 jogadores que o treinador da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, convocou no dia 18 de maio, no Rio de Janeiro. Em entrevista coletiva nesta quinta, na Granja Comary, o goleiro destacou a mudança para Porto Alegre como fundamental para estar em sua segunda Copa do Mundo.

“Era muito mais confortável permanecer em São Paulo, mas tive essa decisão de ir buscar esse novo desafio. Fui premiado de jogar mais uma Copa do Mundo, pela minha coragem e pela forma que o Grêmio cuidou de mim, e abriu as portas, e me ajudou na minha performance. Estou muito feliz e muito grato e quero retribuir a minha gratidão com atitudes em campo. Dá para sentir o desejo de cada um em fazer história. Estou muito confiante que teremos uma Copa muito abençoada e trazer esse sonhado Hexa que está todo mundo esperando”, destacou o experiente jogador.

O goleiro do Grêmio também lembrou do momento de euforia em que seu nome saiu da boca de Ancelotti, e revelou que não sabia que seria convocado. “A minha comemoração, o pequeno desmaio diz tudo. Eu não sabia, eu vivi aquela emoção. Foi desde às 5 horas com o coração acelerado. A minha queda foi de alivio de moção, de tudo que se passa nesse período”, comentou.

Para Weverton, a mudança para um clube onde pudesse ser titular foi o que lhe deu visibilidade aos olhos do preparador de goleiros, Taffarel, e da comissão técnica.

“Foi uma decisão muito importante para mim e para minha família. De poder conhecer outra cultura e de me desafiar. A minha vida é movida a desafio. Jogar com frequência e ser mais exigido, fazer mais defesas, trouxeram visibilidade para o meu trabalho. O radar da Seleção sempre esteve na minha mente, mas era muito importante jogar com mais frequência, em alto nível. Quando você está em alta performance, a Sseleção é sempre um sonho.”

Confiança no Hexa

Agora, já se preparando para a Copa, Weverton ressaltou a confiança do grupo e a importância da Seleção de ter bastante jogadores jogando sua segunda ou terceira Copa (são 15 ao todo).

“A experiência é muito importante. Vestir a camisa da Seleção é um peso. Muitas vezes não é fácil. Tem gente que arrebenta no seu clube e aqui não faz o mesmo. Tenho certeza que os jogadores que já jogaram a Copa do Mundo vão trazer uma boa experiência para esse momento agora. Muitos vão jogar sua última Copa e vão pensar de maneira diferente, fazer o que for preciso, algo para marcar a sua vida. A gente tem tudo para construir um grande momento, uma grande história”.

Fonte: CP