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Base de Eduardo Leite se fragmenta no Rio Grande do Sul

Apesar das tentativas e dos apelos do governador Eduardo Leite (PSD) a dirigentes e lideranças aliadas, para que permaneçam unidos em torno do projeto em curso no Estado, a base literalmente rachou.

A fragmentação da base ocorre em um momento em que o principal desafio de Eduardo Leite é demonstrar peso político no cenário nacional e estadual. Um adversário levou a melhor até agora: o pré-candidato do PL ao Piratini, Luciano Zucco, já conquistou os apoios do Republicanos, oficializado nesta segunda-feira, do Podemos e do PP. No caso do PP, a oficialização da adesão à aliança ocorrerá em breve.

O PSB, que faz parte da base, está rachado. Segundo o vice-presidente nacional do partido, Beto Albuquerque, ele deve assumir o comando estadual e firmar a parceria com o pré-candidato do PT, Edegar Pretto. O atual presidente do PSB gaúcho, José Stédile, desmentiu a informação e disse que se trata de posição individual de Beto.

As declarações de Albuquerque apontam que o PSB deixa o governo Eduardo Leite, um movimento que enfraquece ainda mais a base governista.

A fragmentação da base ocorre em um momento em que o principal desafio de Eduardo Leite é demonstrar peso político no cenário nacional e estadual. Um adversário levou a melhor até agora: o pré-candidato do PL ao Piratini, Luciano Zucco, já conquistou os apoios do Republicanos, oficializado nesta segunda-feira, do Podemos e do PP. No caso do PP, a oficialização da adesão à aliança ocorrerá em breve.

O PSB, que faz parte da base, está rachado. Segundo o vice-presidente nacional do partido, Beto Albuquerque, ele deve assumir o comando estadual e firmar a parceria com o pré-candidato do PT, Edegar Pretto. O atual presidente do PSB gaúcho, José Stédile, desmentiu a informação e disse que se trata de posição individual de Beto.

As declarações de Albuquerque apontam que o PSB deixa o governo Eduardo Leite, um movimento que enfraquece ainda mais a base governista.

Dirigentes do PT gaúcho, como o presidente estadual, Valdeci Oliveira, afirmam que não há qualquer sinalização de intervenção partidária. “Contamos com o apoio de cinco partidos ao Edegar e iremos ampliar”, disse Valdeci.

“Respeitamos muito o presidente Lula e o Edinho (Silva, que comanda o PT nacional), mas não ocorreria uma intervenção sem conversas com a direção estadual. E não há nada neste sentido”, acrescentou Valdeci, em entrevista ao programa Esfera Pública, da Rádio Guaíba.

O PSDB, antigo partido de Leite, lançou o prefeito de Guaíba, Marcelo Maranata, ao governo. Por ora, o vice-governador e pré-candidato do MDB conta com o apoio do PSD, de Leite, e do União Brasil, informalmente, pois o partido está em federação com o PP. A formalização aguarda aval da Justiça Eleitoral.

Fonte: CP