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Prevenção a desastres: O que a comitiva gaúcha conheceu na missão aos EUA

Após uma semana de agendas e reuniões em cidades americanas, a comitiva gaúcha retornou ao Rio Grande do Sul neste final de semana. E na mala trouxeram diversas experiências e iniciativas que podem auxiliar no enfrentamento dos desastres climáticos.

Segundo o vice-governador Gabriel Souza (MDB), conhecer essas experiências é fundamental neste momento em que o Estado está articulando a montagem dos centros de Defesa Civil.

“Os centros de comando de emergência, de operações de emergência deles são realmente muito equipados, muito interessantes e bem organizados e integrados”, detalhou Gabriel Souza, à coluna.

Inclusive, o último compromisso do grupo, que teve ainda a presença do chefe da Defesa Civil do RS, coronel Luciano Boeira, foi no estado da Flórida, onde conheceram a Divisão de Gestão de Emergências, localizada na capital Tallahassee.

O local funciona como um centro de informação e de operações nos casos de emergência. Ali, o grupo teve acesso aos processos de ação nos casos de enchente, que envolve os processos de evacuação e alojamento destinados à população.

O vice-governador ressaltou que o centro está sempre pronto para entrar em operação. Outro ponto de destaque são a quantidade e a análise de dados.

“Há muita tecnologia e muita análise preditiva de dados. Eles têm relatórios baseados em números, dados. Isso ajuda muito na capacidade de resposta e planejamento de ações”, pontuou ele, relembrando que a Flórida é uma das regiões dos Estados Unidos que mais sofre com esses fenômenos climáticos extremos.

“Estamos levando uma série de insights daqui (EUA) que, exemplos, a gente certamente poderá replicar em alguma escala no Rio Grande do Sul”, concluiu.

Experiência de Atlanta

Em uma agenda anterior, o grupo esteve em Atlanta, onde durante visita à Agência Federal de Gestão de Emergência dos Estados Unidos (Federal Emergency Management Agency – FEMA), que desenvolve uma série de iniciativas de resposta às tragédias climáticas.

Entre elas, está a análise preditiva que enfoca nas características da população afetada, a questão de logística, como pontes e rodovias afetadas e que serviços que podem ser atingidos, como educação e saúde.

Fonte: CP