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Queda de braço por estreito de Ormuz gera nova ameaça de Trump de ataque contra o Irã

As forças iranianas voltaram a afirmar nesta terça-feira que “não autorizarão” as exportações de petróleo a partir do Golfo para os países aliados dos Estados Unidos e de Israel enquanto a guerra prosseguir, afirmou um porta-voz da Guarda Revolucionária. Por outro lado, o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que não irá permitir que o Irã interfira na oferta mundial do produto.

“Não vou permitir que um regime terrorista mantenha o mundo como refém e tente interromper a oferta mundial de petróleo. E se o Irã fizer algo nesse sentido, serão atingidos muito, muito duramente”, declarou Trump, na Flórida. “É melhor que não brinquem esse jogo”, advertiu.

O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, afirmou que o país está preparado para continuar com os ataques de mísseis “pelo tempo que for necessário” e descartou dialogar com Washington para acabar com a guerra.

As negociações “já não estão na agenda”, disse depois que o presidente americano Donald Trump afirmou que a guerra acabaria “muito em breve”.

Ofensiva israelense no Líbano

Em paralelo a isso, em outro front da guerra, o exército israelense anunciou que vai lançar ataques “contra infraestruturas militares pertencentes à organização terrorista Hezbollah” nas cidades de Tiro e Sidon, no sul do Líbano.

Durante a noite, a Agência Nacional de Informação libanesa relatou bombardeios em várias localidades do sul e do leste do país.

Na Turquia, o Ministério da Defesa turco anunciou a instalação de um sistema de defesa antiaérea Patriot no centro do país, um dia após a interceptação pela Otan de um segundo míssil lançado do território do Irã e direcionado contra seu espaço aéreo.

Fonte: CP