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RS entra em estado de atenção em função de nova subvariante da ômicron

Diante de uma nova onda de casos de coronavírus em função da disseminação da subvariante BQ.1 da ômicron, associada à alta de infecções no exterior, o Gabinete de Crise do governo estadual decidiu nesta quinta-feira colocar o Rio Grande do Sul em estado de atenção.

Conforme a Secretaria Estadual da Saúde (SES), o cenário vai ser acompanhado pelo grupo de trabalho, que também definiu, por ora, não emitir avisos ou alertas para nenhuma das 21 regiões Covid.

Ainda segundo a Pasta, a subvariante BQ.1 provocou, conforme especialistas, a alta no número de casos em países como Alemanha e França, na Europa, além da China, na Ásia, e Estados Unidos, na América do Norte. O Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) já identificou um caso dessa mutação no Rio Grande do Sul. A principal proteção contra enfermidade continua sendo a vacina.

“Está acontecendo em outros países e no Brasil. É um cenário que está muito mais próximo do que a gente imagina se os gaúchos não fizerem a vacina”, disse a secretária estadual da saúde, Arita Bergmann.

De acordo com o Cevs, houve aumento de 8% da taxa de positividade dos testes rápidos notificados SES em farmácias e hospitais gaúchos. Os resultados positivos para a Covid-19 também apresentaram alta em unidades do laboratório Weinmann no Rio Grande do Sul. De 27 de outubro a 3 de novembro, o percentual de testes rápidos com diagnóstico da doença saltou de 6,67% para 22,22%.

Imunização

Até o fim da tarde desta quinta, 3 milhões de gaúchos seguiam com a terceira dose contra a Covid em atraso, conforme o painel de Acompanhamento Vacinal da SES. Por conta desse quadro, a secretária Arita Bergmann pede a quem ainda não se vacinou que procure se imunizar.

Atualmente, conforme a titular da Pasta, 2 milhões de pessoas não fizeram a quarta dose, sendo o público que menos se vacinou é o da faixa etária de 18 aos 40 anos.

Fonte: Correio do Povo