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‘Tem que estar preparado’, diz Igor Thiago sobre representar a Seleção

Seleção Brasileira iniciou sua preparação para a Copa do Mundo na terça-feira já com o elenco completo em solo estadunidense. Nesta quarta-feira, o atacante Igor Thiago e o zagueiro Marquinhos representaram a seleção brasileira na primeira coletiva da equipe após o desembarque nos Estados Unidos.

Um dos destaques vindos do banco no amistoso da última semana contra o Panamá, Igor Thiago reforçou o orgulho de vestir a Amarelinha em seu primeiro mundial. Vice-artilheiro da Premier League na temporada, o atacante garantiu que não se sente incomodado em começar no banco.

“Independentemente se vou começar ou não com os titulares, quero estar disponível para dar o meu melhor pela seleção”, disse o jogador do Brentford. “Quando você veste a camisa da seleção, você tem que estar preparado e pronto para o que vier. E também incentivar os companheiros a jogar o seu melhor, essa competitividade é saudável.”

O jogador também foi questionado sobre o esquema de Ancelotti, que não costuma usar um camisa 9 clássico, dando preferência a uma formação com dois meias e quatro atacantes. “São características, a gente precisa entender o que o Mister quer que a gente entregue. Dos 26 jogadores, ele entende a importância de cada um. Mas acho que me enquadro bem no que ele tem pedido.”

Sem tempo para celebração

Marquinhos, foi um dos últimos jogadores a se juntar à delegação brasileira. No sábado, o jogador levantou a taça da Champions League pelo segundo ano consecutivo com o Paris Saint-Germain. O capitão (do clube francês e da Seleção) teve pouco tempo para celebrações antes de dedicar suas atenções à preparação para a Copa.

“A gente, jogador de futebol, tem que passar pro momento seguinte muito rápido. Do meu ponto de vista, que consegui ser campeão, não posso ficar festejando esse título para sempre. Tive apenas um dia e já to aqui pensando em outras coisas, outros objetivos, outras ambições”, disse o jogador.

O zagueiro jogou a Copa do Mundo de Clubes com o PSG, também nos Estados Unidos no ano passado, e disse estar alerta para o calor que costuma atingir o país nesta época do ano. “Pela experiência que a gente teve aqui no Mundial de Clubes, o calor, a desidratação e o cansaço foram fatores. O time que começa marcando, que começa com o resultado na frente tem uma vantagem muito grande. Correr atrás do resultado nesse calor é muito difícil.”

“Muitas vezes eu aprendo mais coisas com os jovens do que eles aprendem comigo. Claro que eu tento passar coisas para eles, mas não pode ser nada forçado. Não adianta nós, os veteranos, nos acharmos os donos da verdade. Todo mundo tem responsabilidade, então a gente vai se ajudando, sempre abertos a aprender uns com os outros.”

No sábado, o Brasil fará, contra o Egito, seu último teste antes do Mundial. A Seleção volta a campo para a estreia contra o Marrocos, no dia 13 de junho.

Fonte: CP