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Veja sete motivos para acreditar que Ancelotti não assume a seleção brasileira

Com o fim da data Fifa, uma pergunta ficou em aberto: quem vai assumir o comando da seleção brasileira? Para a CBF, a chegada de Ancelotti já é uma certeza. Por outro lado, o italiano nunca confirmou a informação e tem dado indícios de que o Brasil pode não ser o seu destino ano que vem.

Veja sete motivos para acreditar que a vaga de Diniz segue aberta

1. Ele é “louco”?

Mourinho, atual treinador da Roma, comentou em entrevista à emissora RAI1 “que somente um louco como eu deixaria o Real Madrid sem que o clube queira”. Torcedor do Real declarado, ele acredita que o técnico não vem para o Brasil. 

Depois de saber da entrevista, Ancelotti concordou com Mourinho e disse: “Essa é a opinião dele, mas estou bastante de acordo. Me encontro muito bem aqui e veremos o que acontece no futuro”.

2. Renovação

O plano da CBF era ter Ancelotti assim que o contrato com o Real Madrid chegasse ao fim, em junho de 2024, para a disputa da Copa América. Porém, segundo o portal Relevo, o clube merengue pode estragar tudo, pois está correndo para renovar com o italiano antes do Natal. O objetivo é ficar com o técnico por mais duas temporadas — até 2025.

3. Trabalho bem-feito

A fase que Ancelotti vive no Real também pode ter peso na decisão. Além dos dez títulos já conquistados nas duas passagens pelo clube, atualmente a equipe é líder de LaLiga e já está classificada para o mata-mata da Champions League — competição em que é o maior campeão, com 14 títulos.

4. Time dos sonhos

Ancelotti tem um timaço na mão e ainda pode melhorar o “time dos sonhos”. Isso porque, em julho de 2024, nomes como Carvajal, Kroos, Modric, Bellingham, Rodrygo e Vini Jr. ganham a companhia de Endrick. 

Ancelotti já disse que admira a evolução do jogador do Palmeiras e espera contar com ele: “Estou encantado que ele possa estar conosco na próxima temporada”.

5. Seleção abalada

Se na Espanha o italiano tem um time bem estruturado e competitivo, no Brasil ele teria de lidar com uma seleção abalada e que teve apenas 37% de aproveitamento em 2023 — três vitórias, um empate e cinco derrotas. O cenário não parece convidativo para Ancelotti.

Fonte: R7