Centroavante ex-aposentado e meia ex-Grêmio são os nomes mais conhecidos do adversário do Inter na Sul-Americana
Na casamata e na grande área o Rosario Central reúne muita bagagem futebolística. Fora do campo o experiente Miguel Ángel Russo, com passagem exitosa por uma série de clubes argentinos, comanda o time que voltou a contar recentemente com um ídolo da torcida. O veterano Marco Rubén de 37 anos de idade retornou há pouco tempo, mas há outras referências nos “Canalhas” como são conhecidos os azul e amarelo de Rosario.
Marco Rubén havia pendurado as chuteiras quando a saudade bateu e ele passou a defender o Deportivo Maldonado, de Montevidéu. Assim que reapareceu, recebeu o contato do clube rosarino interessado em sua volta. Pois agora, ao lado de Copetti, o centroavante típico compõe o ataque.
Atrás deles no setor de criação uma outra dupla a se observar. Campaz, ex-Grêmio, foi bem em 2023, mas não repete a boa temporada. Chegou a ser vaiado no único jogo do time no período em que o futebol argentino esteve parado pela Copa América. Foi na derrota de 1 a a 0 para o Barracas Central que culminou na eliminação da Copa da Argentina. Ao lado de Campaz atua uma espécie de dono do timem um clássico jogador argentino, Víctor Ignacio Malcorra.
“É o 10 da antiga. Pisa na bola, tem a bola parada, cai, briga, discute, está sempre discutindo com o juiz, raspa os caras. É um cara com estrela, um 10 característico e ídolo lá”, diz Lucho Silveira, comentarista dos Canais Disney, que alerta para a bola área do zagueiro Carlos Quintana como um ponto forte a ser observado.
O estádio do confronto será o Gigante de Arroyito que deverá ter lotação completa. A fanática torcida do Rosario costuma apoiar a equipe e desta vez não será diferente, mesmo após uma campanha fraca na Libertadores, onde ficou em terceiro no grupo que classificaram Atlético Mineiro e Peñarol.
Fonte: CP