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Cuca diz que Atlético poderia ter vencido por placar maior, mas comemora vantagem

O Atlético venceu o Fluminense por 2 a 1, nesta quinta-feira, no Rio de Janeiro, pelo duelo de ida das quartas de final da Copa do Brasil, mas o placar poderia ter sido mais amplo a favor dos mineiros se não fossem as chances desperdiçadas nos contra-ataques. Após a partida, o técnico Cuca concordou que o time poderia ter aberto uma vantagem maior pensando no duelo da volta em Belo Horizonte, mas que o resultado foi satisfatório.

Cuca explicou que mudou a estratégia em relação ao Galo que empatou por 1 a 1 com o mesmo Fluminense na última segunda-feira (23), no Rio, pelo Campeonato Brasileiro. A equipe deixou a bola com o adversário e apostou nas roubadas e armação de contra-ataques.

“Praticamente repetimos a equipe de segunda-feira e o adversário também. Lógico que se fizermos as mesmas coisas que fizemos na segunda, e muitas delas o adversário nos neutralizou, ele iria nos neutralizar de volta. Então, procuramos abrir um pouco mais o campo para nós, saindo um pouco da característica nossa, para ter um pouco menos de posse de bola e ser mais vertical. Foi muito bem executado por eles (jogadores). Uma pena termos finalizado não tão bem, porque poderíamos ter, de repente, feito um placar maior”, observou.

“Mas nada a reclamar, muito pelo contrário. Estamos muito felizes com essa vitória. Vencer o Fluminense aqui no Rio é sempre muito difícil e nós conseguimos”, completou.

Com o resultado, o Atlético pode empatar em casa no duelo da volta, marcado para o dia 15 de setembro, para avançar às semifinais da Copa do Brasil. A classificação poderia ter sido encaminhada se o time não perdesse tantas chances nos contra-ataques criados no segundo tempo.

“Pelo que criou, poderia ter feito um ou dois gols a mais. Mas o adversário também teve uma postura mais ofensiva do que segunda-feira. Foi um jogo aberto, um jogo franco. Jogo decisivo entre os oito finalistas da Copa do Brasil”, frisou Cuca, ressaltando que o Galo não vai jogar com o regulamento debaixo do braço.

“A gente leva uma vantagem para o jogo de casa. Mas essa vantagem a gente não pensa nela logo de início. Durante o jogo, se pode utilizá-la, mas não é para se pensar logo de início. Até lá, tem tempo também e outros jogos pela frente para que a gente possa estar ainda melhor preparado”, finalizou.

Fonte: Itatiaia

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