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Hamilton crava pole com recorde, Bottas larga em primeiro com domínio Mercedes na Turquia

Chuva, asfalto liso, umas saídas de pista, nada sacudiu a ótima performance da Mercedes, neste sábado, e o time alemão mobilizou a primeira fila do GP da Turquia. Lewis Hamilton foi o mais rápido, com novo recorde mesmo em pista úmida, só que vai perder dez posições por trocar o motor. Valtteri Bottas vai liderar o pelotão após fazer o segundo tempo, enquanto Max Verstappen fez o possível e ficou em terceiro, na tentativa de aproveitar a penalidade do rival pelo título com a Red Bull.

O Q1 começou embaralhado com a chance de chuva e pista úmida. A previsão das equipes era tudo piorar com cinco minutos e a galera se embolou na pista. Hamilton, Vestappen, Perez, Sainz e Tsunoda rodaram ou visitaram a brita, mas todo mundo seguiu. Foi um chuvisco e, a partir daí, o asfalto só evoluiu.

Ainda assim, todo mundo ficou na pista, com as lideranças e degolados se alternando. Quem engatou boas voltas logo foram Hamilton, Bottas e Alonso. Só que ninguém podia dormir no ponto e até a última passagem tinha a turma melhorando voltas.

Aí, surgiu o herói da sessão: Mick Schumacher. O alemão conseguiu uma voltassa para colocar a Haas no Q2, fato raro na temporada. Depois de muito se atrapalhar e sair da pista, Sainz fez sua missão. Engatou uma volta e eliminou o complicado Daniel Ricciardo e sua McLaren ainda no Q1. Sebastian Vettel se salvou na bacia das almas, por milésimos em 15º. Atrás do instável australiano, Nicholas Latifi foi 17º com a Williams Antonio Giovinazzi e Kimi Raikkonen andaram em formação com a Alfa Romeo e Nikita Mazepin segurou o fundão.

O Q2 foi basicamente sem chuva, mas a pista úmida dificultava o aquecimento de pneus. Ainda assi, a maioria dos pilotos arriscou pneus médios, já que a previsão na corrida é que os macios se deteriorem muito rápido.

No seco, a Mercedes mostrou que está com o carro mais na mão, com Hamilton liderando Bottas em formação e alguma folga de tempo para o resto. O brilho inicial, contudo, foi de Fernando Alonso, puxando melhores setores com o pneu médio de Alpine. Seu companheiro, Ocon, tentou ir atrás, mas ficou beeeem atrás, eventualmente eliminado em 12º.

Nos momentos finais, Sérgio Perez e Charles Leclerc conseguiram evitar constrangimento para Red Bull e Ferrari e entraram no top ten. George Russell quase conseguiu, mas levou a pior na instabilidade da curva. Se perdeu na curva final e ficou em 13º. Lando Norris sobreviveu em 10º com a McLaren, enquanto Vettel acabou cortado em 11º de Aston Martin.

O Q3 foi bem mais protocolar que o resto da sessão e os carros alemães logo se estabilizaram na frente. A maior ameaça era, inclusive, a AlphaTauri de Pierre Gasly. O francês errou na sua última volta, contudo, e ficou em quinto. Charles Leclerc aproveitou e colocou a Ferrari no quarto posto, cumprindo a previsão de que os carros vermelho teriam bom potencial. O sexto foi Fernando Alonso, num fim de semana promissor com a Alpine e desbancando a Red Bull de Sérgio Perez. O mexicano foi sétimo, à frente de Lando Norris com uma McLaren bem complicada, à frente de Lance Stroll na Aston Martin e da outra Alpha, de Yuki Tsunoda.

Fonte: Correio do Povo

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