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Lula explica por que não escolhe Dilma como vice em sua chapa na corrida presidencial

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) descartou escolher a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) como uma opção para vice em sua chapa na corrida presidencial. Segundo Lula, para resolver os problemas do País, é necessário a união de um conjunto de forças políticas, fazendo referência às alianças partidárias, e não apenas uma decisão de um único partido. A declaração foi dada nesta terça-feira (01) durante entrevista para uma rádio do Rio de Janeiro.

“Em uma campanha política, você precisa saber que a solução dos problemas do Brasil hoje não passa por uma solução de um único partido político. Passa pelo conjunto de forças políticas que existem no País. Eu disse para a presidente do PT [Gleisi Hoffmann] que não tenho interesse em ser um candidato apenas do PT. Eu quero ser interesse de um movimento da sociedade que busca melhorar a vida do povo brasileiro”, disse.

O ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que deixou o PSDB, é hoje o nome preferido de Lula para a vice. Para fechar o acordo, Lula aguarda a definição do ex-governador sobre em qual partido vai se filiar. As opções do ex-tucano são PSB, SD e PV. Alckmin também vinha conversando com o PSD, mas a prioridade, neste caso, seria que ele tentasse voltar ao governo paulista.

O papel de Dilma na campanha de Lula tem sido questionado desde a ausência da ex-presidente no jantar promovido pelo Prerrogativas, coletivo de advogados autodenominados “progressistas” e “antilavajatistas”, em dezembro de 2021. O evento, aliás, marcou o primeiro encontro público entre Lula e Alckmin.

Na última quarta-feira, 26, o ex-presidente afirmou que falta a Dilma “paciência” para lidar com a política. A declaração foi dada durante entrevista à Rádio CBN Vale, de São José dos Campos, interior de São Paulo, após questionamento sobre o papel da petista em sua campanha.

Hoje, Lula “calibrou” o discurso para uma defesa mais efetiva da petista, embora a tenha descartado como vice. Segundo o ex-presidente, o governo de Dilma foi prejudicado diretamente pela entrada do ex-deputado federal Eduardo Cunha (PSDB) no cargo de presidente da Câmara dos Deputados. “Dilma é motivo de orgulho. Acho que ela foi vítima do Congresso Nacional. Ela foi vítima, na minha opinião, de uma conspiração para dar um golpe e não permitir que eu voltasse para a presidência da república”, disse.

Fonte: O Sul


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