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Passo Fundo alcança o 2º lugar em exportações no RS

O município de Passo Fundo se consolida como uma das principais economias do Brasil. Conforme Leonardo Martini Meira, consultor de comércio exterior e sócio fundador da MartiniConex, Passo Fundo aparece em 2º lugar no ranking gaúcho de exportações e em 26º no ranking nacional.

Conforme Meira disse à Planalto News, o agronegócio representa 80% do montante. “A pandemia impactou indústrias e serviços, mas o agro foi menos impactado. Não parou desde então. Em 2021, a gente vê aumento de 29% nas exportações de janeiro a junho, via Passo Fundo” afirmou.

Falando em números, Passo Fundo exportou mais de US$ 1 bilhão de janeiro a junho. Isso representa mais de 10% do total do Rio Grande do Sul, ficando atrás apenas de Rio Grande, cidade portuária. “Quando a gente olha esse número a fundo, vemos empresas multinacionais que têm filiais em Passo Fundo, uma cidade que dá bom escoamento à produção. Exemplos Bunge e BSBios. A commoditie que vem na sequência é o maquinário, como a Kuhn” segue Meira.

Entre os maiores clientes, países da Ásia, com destaque para a China, que compra 80%. “Mas tem também Irã, Egito, Indonésia e Coréia do Sul. Quando a gente olha para ao Mercosul, os anos de glória foi a primeira década de 2000, principalmente a indústria automobilística. Hoje não é mais o foco principal, embora ainda exista uma parceria com a Argentina. Hoje o principal parceiro é o Chile, que tem economia estável” completa.

Entre os pontos que devem ser melhorados, Leonardo Martini Meira aponta a ampliação do Aeroporto Lauro Kortz e um cuidado com o turismo, que possibilita a visita de investidores.

Acordos

Ainda segundo Meira, a economia é globalizada e não tem mais volta. Muitos acordos são feitos mesmo entre países que não são próximos, como Canadá e Austrália. O Brasil tem interesse em entrar na OCDE, Organização dos Países Desenvolvidos. Para isso, vem buscando implantar o Portal Único de Comércio Exterior. “É impressionante a agilidade que foi ganha nos últimos 5 anos com relação ao comércio exterior, principalmente com menos burocracia, facilitando o comércio. São dois fatores então: desburocratização e novos acordos entre países” conclui.

Fonte: Rádio Planalto

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