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CBF envia à Fifa defesa sobre Brasil x Argentina suspenso pelas Eliminatórias

A CBF, por meio de seu departamento jurídico, elaborou uma série de documentos para provar que não foi a culpada pela suspensão da partida na Neo Química Arena, em São Paulo. Foram apenas cinco minutos jogados até agentes da Agência Vigilância Sanitária (Anvisa) e da Polícia Federal entrarem em campo para interromper o jogo, posteriormente suspenso.

No documento enviado à Fifa, a CBF usou registro de reuniões que antecederam a partida e os relatórios do árbitro do duelo, o venezuelano Jesús Valenzuela, e delegado da partida, o colombiano Juan Hernández. A entidade tenta mostrar que fez a sua parte como mandante, como alertar os argentinos sobre as regras sanitárias vigentes no País.  Duas notas oficiais foram emitidas sobre o episódio, uma delas, mais contundente, no dia seguinte à partida. Nela, a entidade afirmou ter enviado três avisos aos argentinos sobre as regras sanitárias nos dias 5 de julho, 11 de agosto e 2 de setembro. Ao mesmo tempo, a CBF confirmou que estava presente na reunião que a Anvisa teve com representantes argentinos e da Conmebol, na véspera do jogo.

No encontro, a agência apontou o descumprimento das regras por parte dos argentinos e determinou a quarentena dos jogadores Emiliano Martinez, Emiliano Buendia, Giovani Lo Celso e Cristian Romero. O quarteto entrou de forma irregular no Brasil porque não teriam informado que estiveram no Reino Unido nos 14 dias anteriores. De acordo com a portaria interministerial nº 655, de 23 de junho de 2021, viajantes estrangeiros que tenham passagem, nos últimos 14 dias, por Reino Unido, África do Sul, Irlanda do Norte e Índia estão obrigados a cumprir quarentena para evitar a disseminação de novas variantes do coronavírus no Brasil.

No documento enviado à Fifa, a CBF usou registro de reuniões que antecederam a partida e os relatórios do árbitro do duelo, o venezuelano Jesús Valenzuela, e delegado da partida, o colombiano Juan Hernández. A entidade tenta mostrar que fez a sua parte como mandante, como alertar os argentinos sobre as regras sanitárias vigentes no País.  Duas notas oficiais foram emitidas sobre o episódio, uma delas, mais contundente, no dia seguinte à partida. Nela, a entidade afirmou ter enviado três avisos aos argentinos sobre as regras sanitárias nos dias 5 de julho, 11 de agosto e 2 de setembro. Ao mesmo tempo, a CBF confirmou que estava presente na reunião que a Anvisa teve com representantes argentinos e da Conmebol, na véspera do jogo.

No encontro, a agência apontou o descumprimento das regras por parte dos argentinos e determinou a quarentena dos jogadores Emiliano Martinez, Emiliano Buendia, Giovani Lo Celso e Cristian Romero. O quarteto entrou de forma irregular no Brasil porque não teriam informado que estiveram no Reino Unido nos 14 dias anteriores. De acordo com a portaria interministerial nº 655, de 23 de junho de 2021, viajantes estrangeiros que tenham passagem, nos últimos 14 dias, por Reino Unido, África do Sul, Irlanda do Norte e Índia estão obrigados a cumprir quarentena para evitar a disseminação de novas variantes do coronavírus no Brasil.

A Fifa enquadra a situação no artigo 14 do seu Código Disciplinar, que trata de jogos abandonados ou que não foram concluídos. O item prevê como punição mínima uma multa de 10 mil francos suíços, equivalente a R$ 56 mil. E pode definir que a partida será retomada ou dada como derrota para um dos lados.

Depois de instaurar os procedimentos para investigar o episódio, a Fifa disse que a “as duas seleções foram solicitadas a fornecer mais informações sobre os fatos que levaram à suspensão da partida, que serão coletadas e, em seguida, analisadas exaustivamente pelo Comitê Disciplinar”.

Fonte: Correio do Povo

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