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RS tem mais de 11,4 milhões de habitantes, revela estimativa do IBGE

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira a nova estimativa da população brasileira. O Rio Grande do Sul, segundo o levantamento, tem 11.466.630 pessoas é a sexta unidade da federação mais populosa. Em solo gaúcho, as mulheres são maioria e somam 5.887.442. Já os homens são 5.579.188. 

A expectativa de vida ao nascer dos moradores do Rio Grande do Sul em 2021 é, no geral, 79 anos. A projeção destinada às mulheres está em 82 anos e a dos homens, mais baixa, ficou em 75 anos.

Na pirâmide de etária elaborada pelo IBGE, considerando o ano de 2021, o RS tem maior número de mulheres na faixa compreendida entre 35 e 39 anos. Elas formam o índice de 3,85%. Por outro lado, em solo gaúcho, há mais homens na faixa etária que fica entre 25 e 29 anos. 

No que diz respeito à taxa de crescimento populacional, enquanto neste ano o Brasil apresenta 0,74, o RS tem 0,38. A estimativa do IBGE é de que o Estado atinja índice próximo de zero em 2035. A queda na taxa começou em 2016, quando caiu para 0,48 depois de registrar 0,50 no ano anterior. 

A taxa de mortalidade infantil, que considera o número de óbitos de menores de um ano de idade, por mil nascidos vivos, está em 8,94 para meninos e 7,81 entre as meninas.

Na pesquisa, uma das particularidades do Estado é de que o tempo médio para o aumento populacional é de 12 minutos e 22 segundos. São Paulo, por exemplo, que é o território mais populoso no Brasil, o tempo cai para um minuto e 29 segundos. 

Projeção 

Os efeitos da pandemia da Covid-19 no efetivo populacional não foram incorporados nesta projeção, devido à ausência de novos dados de migração, além da necessidade de consolidação dos dados de mortalidade e fecundidade, fundamentais para se compreender a dinâmica demográfica como um todo. O Censo Demográfico 2022 trará não somente uma atualização dos contingentes populacionais, como também subsidiará as futuras projeções populacionais, fundamentais para compreender as implicações da pandemia sobre a população em curto, médio e longo prazo.

Fonte: Correio do Povo

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