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Miki Breier se diz alvo de denúncias falsas após operação do MP em Cachoeirinha

Alvo de duas novas operações do Ministério Público, que investigam o suposto desvio de recurso público em contratos relacionados à limpeza urbana de Cachoeirinha, o prefeito afastado da cidade, Miki Breier, se manifestou sobre o assunto nesta quinta-feira. Nas redes sociais, ele garantiu que jamais cometeu irregularidades. 

“Mais uma vez fui alvo de denúncias falsas e um espetáculo foi formado na tentativa de desestabilizar o governo. Não tenho medo de nenhuma investigação porque jamais cometi qualquer irregularidade. Assim que eu tiver acesso aos autos do processo, irei prestar todos os esclarecimentos”, afirmou no seu perfil no Facebook.

A prefeitura de Cachoeirinha emitiu uma nota sobre o assunto e assegurou colaboração na investigação do Ministério Público. “Em face a uma decisão judicial, o atual vice-prefeito de Cachoeirinha, Mauricio Medeiros, assume a gestão municipal a partir desta quinta-feira (30) pelo prazo de 180 dias. A Prefeitura de Cachoeirinha esclarece que seguirá colaborando com total transparência e abertura com os órgãos de controle, com o Ministério Público e com a Justiça para elucidação dos fatos. O Município adotará todas as recomendações judiciais, tais como suspensão e revisão de contratos questionados. Além dos esclarecimentos necessários, a prioridade da gestão é buscar soluções para que o cidadão e a cidade não sejam prejudicados com a descontinuidade de serviços”, afirmou a administração.

Nas operações realizadas hoje, Miki Breier e outros sete integrantes do Poder Executivo do município foram afastados pelo prazo de 180 dias. Dezoito mandados de busca e apreensão devem ser cumpridos em Cachoeirinha, Gravataí, Charqueadas, Porto Alegre e nas cidades paulistas de São Paulo e Itu. Entre endereços estão as sedes da Prefeitura Municipal de Cachoeirinha, de três empresas que prestam serviços para o município de Cachoeirinha e residências de agentes políticos, servidores públicos e empresários. 

Nas operações Proximidade e Ousadia são investigados os supostos crimes de corrupção ativa e passiva, responsabilidade, desvio de verba pública, dispensa indevida de licitação, fraude em licitação, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Fonte: CP

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